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Sunday, March 16, 2008
Porque eu gosto (iv)
O que vos digo, meus amigos, é que é tudo uma questão de equilíbrio. As leituras, tenho-as a cargo de Marquês de Sade; na música procuro anjos.
Ps- Viram como pulsa o sangue nas mãos do anjo? Ele tem veias, tem veias. I made a lot of mistakes.
Sunday, January 20, 2008
27
O que mais gosto nos meus 27
é a sensação de definitivo que
transpira das escolhas que
faço. Sinto que a partir
de agora, não posso esperar
que o meu corpinho condescenda
a corrigir os exageros em causa
própria, porque o metabolismo
já não o permite. A natureza
deixou de reencaminhar a
ordem das coisas à posição
primitiva, ficando escritas em
cada linha do rosto, em cada
mancha nos dentes, em cada curva
acentuada as decisões que tomei. E
eu não vejo outra forma de me
construir que não esta.
é a sensação de definitivo que
transpira das escolhas que
faço. Sinto que a partir
de agora, não posso esperar
que o meu corpinho condescenda
a corrigir os exageros em causa
própria, porque o metabolismo
já não o permite. A natureza
deixou de reencaminhar a
ordem das coisas à posição
primitiva, ficando escritas em
cada linha do rosto, em cada
mancha nos dentes, em cada curva
acentuada as decisões que tomei. E
eu não vejo outra forma de me
construir que não esta.
Friday, January 11, 2008
Paixões Adolescentes

No panorama musical dos anos 90, tendo passado a ter idade traduzida numericamente a dois dígitos portadora de algumas (parcas) regalias, apaixonei-me perdidamente pelo indivíduo da fotografia, de seu nome Eddie Vedder. E foi numa revista Ragazza (shame on you!!!) ou talvez a Bravo (em alemão, para que o poder de concentração não seja desviado daquilo que verdadeiramente importa - as imagens), que senti o clic: o Eddie tinha não um, mas dois cigarros na boca (a causa provável do seu sobejamente conhecido problema de dicção) e estava sinalizado a vermelho na revista, como sendo um mau exemplo social. Ora, já não bastava eu tê-lo visto com dois cigarros na boca e ainda o catalogavam de bad boy?
Olhando para a minha adolescência em retrospectiva (como convém), sempre tive queda para bad boys. Não sei apontar o momento exacto em que comecei a cair nesse sentido, pois em abono da verdade e se a memória não me falha, nos primeiros anos de escola enquanto aprendia a juntar as letras, piscava o olho ao bonzinho do Bryan Adams, que tanto quanto sei só perdeu a cabeça no Verão de 69.
Ainda, e situando-me algures nos meus 12, 13, ou talvez 14 anos, recordo-me de me fazer acompanhar religiosamente dum cromo do Schwarz na carteira. Ele jogava no benfica e eu que não era benfiquista, torcia pelo clube. Este amor que me dividia em mais do que um sentido, teve a sua génese num puxar de calções durante um jogo de futebol: Schwarz, o sueco mais temperamental de que tenho registo, irritado com a jogada dum adversário, puxa-lhe os ditos num gesto ostensivo que me fulminou no local.
Desde então procuro "sombras" destes objectos que imagino sentados numa prateleira lá para cima algures no mundo de Platão, tendo apenas conseguido tropeçar em alguns tipos trombudos.
Monday, January 7, 2008
d' A Covardia
Today you were far away
and I didn't ask you why
What could I say
I was far away
You just walked away
and I just watched you
What could I say
How close am I to losing you
Tonight you just close your eyes
and I just watch you
slip away
How close am I to losing you
Hey, are you awake
Yeah I'm right here
Well can I ask you about today
How close am I to losing you
How close am I to losing
About Today, The National
Thursday, January 3, 2008
Males do Mundo (ii)
Agora que decidi deixar de fumar, dificilmente serei engatada num café por um tipo que fume. Eu, como apreciadora de homens com vícios, antevejo um 2008 animado.
Saturday, December 29, 2007
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